quarta-feira, 8 de outubro de 2025

A Emília de Matos e o PSD

 

Este é o terceiro de três textos em que me estou a debruçar sobre os principais candidatos à Câmara Municipal de Mortágua, cuja decisiva eleição que os distinguirá vai ter lugar já no próximo domingo. Quem tem estado atento aos manifestos que tenho produzido e assinado já percebeu, com fundamentada certeza, que o meu voto será na Emília de Matos e no PSD, por motivos que adiante explicarei. Não tenho qualquer tipo de problema em assumir publicamente a minha preferência e acrescento até que um dos objetivos desta mensagem é precisamente apelar ao voto nesta candidatura, porque considero que Mortágua está perante uma situação e um momento que são muitíssimo delicados. Domingo vamos todos ser chamados a decidir a continuidade ou não de um rumo político que esvaziou as nossas ruas e entristeceu o nosso orgulho enquanto Mortaguenses. Temos vivido enquanto comunidade numa apatia crescente e generalizada, sem movimento e com pouca vida. São tons demasiado escurecidos os que nos têm caracterizado, pelo que é urgente fazermos a nossa parte para voltar a dar cor a uma terra tão linda como é a nossa, repleta de encantos vários, colocando-a de vez num caminho de progresso a todos os níveis, numa rota que inverta a trágica decadência demográfica em que estamos mergulhados: cada vez mais envelhecidos, cada vez mais desertificados… e cada vez mais abandonados. A tendência tem sido a de uma dinâmica negativa crescente que é preciso contrariar no imediato, confiando numa equipa com experiência e um plano concreto para nos voltar a dar condições de nos restaurar a identidade e a esperança. Precisamos de voltar a ter o brio, o amor próprio e aquela alegria coletiva única que nos caracteriza e de que tanto sentimos falta. Merecemos mais do que o que temos tido, amigos Mortaguenses. Merecemos muito mais do que isto!

No início não me deixei convencer plenamente de imediato com o nome da Emília para futura Presidente da Câmara Municipal de Mortágua, mas, entretanto, fui convencido por razões de ordem racional sobretudo, depois de analisado o programa, e tendo ainda em consideração a mais-valia de se tratar de uma mulher madura e equilibrada, como tónico refrescante, colorido, agradável e luminoso para um cargo que precisa imediatamente de um perfil diametralmente oposto ao que o tem caracterizado, vil, autoritário, escuro e indigno. A razão lembra-me também que a Emília tem uma equipa estupenda por trás, com grande solidez política e provas dadas em matéria de competência, sem esquecer que se trata de um conjunto de pessoas experientes que nos dão garantias em relação ao que podemos vir a contar, sem malabarismos entre o que se propõe e o que posteriormente se realiza, sem rasteiras entre o que se promete e depois acaba por não se fazer, que foi aquilo que infelizmente tivemos neste último mandato, em que fomos indecentemente enganados. Dali já todos sabemos o que nos espera e a receita não foi agradável, muito pelo contrário aliás, os resultados estão à vista. O que nos sobrou de favores, de interesses, de tachos e tachinhos faltou-nos e de que maneira em vida nas ruas, em alegria nas pessoas e sobretudo na esperança de todos virmos a ter um futuro melhor do que este. Mas atenção que, com o tempo, a Emília na sua qualidade de candidata não me convenceu somente pelas razões concretas que fundamentam o seu programa e os fortes alicerces que o sustentam, que é a equipa por trás dela, dado que também me cativou do ponto de vista emocional com o discurso que proferiu na sua apresentação. Como partilhei na altura, assisti com grande atenção, interesse e expectativa aos três eventos das candidaturas e o da Emília foi de uma elevação à prova de bala, nesse aspeto foi absolutamente arrebatadora. Foi a única que disse com todas as palavras o nome de todos os seus adversários, sem excepção, desejando-lhes as maiores felicidades neste desafio que agora partilham. Que outro teve um gesto tão nobre que fosse sequer parecido? Nenhum! Sem azedumes, sem meias palavras e com um sorriso aberto e francamente genuíno. Ao contrário do que presenciei noutros momentos do género, ninguém ali vislumbrou expressões enfurecidas nem ouviu acusações baratas, fossem elas diretas ou indiretas. Muito pelo contrário. O que pude assistir na apresentação da Emília mostrou-me que ela é verdadeiramente empática e que está totalmente empenhada em fazer uma campanha positiva, não só nas palavras, mas também nas atitudes. Está preocupada em olhar realmente pelas necessidades das pessoas, convencendo-as pelas virtudes das suas propostas e da equipa que a acompanha, sem populismos demagógicos, truques baixos ou maledicência da mais pura e dura, como temos visto por aí. Adiante, que mais vale.

A possibilidade de os Mortaguenses poderem vir a ter a sua primeira Presidente da Câmara Municipal é real, o que é verdadeiramente inspirador por ser inédito no Concelho, mas obviamente que isso por si só não é suficiente. Sou um eleitor atento, exigente e convicto de que o escrutínio, o acompanhamento e a participação são parte fundamental do ato de cidadania que deverá presidir à escolha individual do sentido de voto, pelo que tenho a partilhar convosco que o pacote de ideias que a candidata Emília apresentou foi de longe o que mais me convenceu dos três que pude apreciar. O programa eleitoral é equilibrado, seguro, credível e acima de tudo realista, o que nos transmite a confiança que será efetivamente executado, posto em prática, dado que gato escaldado de água fria tem medo, como diz o povo e muito bem, recordados que estamos do logro monumental que foi o incumprimento do prometido por parte da administração anterior. Aliás, e com a maior desfaçatez, o vazio programático que esses mesmos protagonistas agora apresentam não é mais do que a assunção dessa mesma falha, sustentada pelas palavras recentemente proferidas pelo presidente-agora-recandidato quando afirmou que o que manifestou há quatro anos não era para um ciclo político (como se isso fosse possível, aceitável, legítimo ou sequer sensato) e que “agora” é que vai haver tempo para fazer o que antes não se fez. Quem é que vai comprar pela segunda vez e logo de seguida a mesma banha da cobra? Eu, não! É por isso que temos de ter os olhos e os ouvidos bem abertos, amigos Mortaguenses, para conseguirmos ter o discernimento necessário que precisamos para tomar a melhor opção possível no próximo domingo. Passo esta mensagem a todos vós que a estão a ler, como é evidente, mas especialmente aos que ainda estão indecisos. Não embarquem novamente no conto do vigário… se nos enganaram há quatro anos (e isto é matéria de facto e não de opinião, basta ouvir tudo o que se disse, ler tudo o que se escreveu e constatar tudo o que não se cumpriu) porque é que não nos haviam de enganar outra vez? Diz o povo e muito bem que burro não é o que não sabe, mas sim o que não quer aprender… e nós, Mortaguenses, de burros não temos nada, por isso é que aprendemos com a experiência, e muito bem, sabemos distinguir o que é credível do que é engodo e por isso evitamos cair duas vezes no mesmo buraco. Muito pelo contrário, o programa eleitoral apresentado pela Emília e o PSD é ponderado, sério, exequível e muito equilibrado, tendo sido objeto do trabalho de um grupo credível e que tem plena noção do que precisamos de fazer neste momento, por isso é que se trata de um documento que corresponde plenamente às necessidades do concelho e de todos os munícipes. Aponta ao desenvolvimento económico, sim, que deverá ser um processo contínuo e nunca descurado, mas não se esquece do precioso zelo pela qualidade de vida dos que cá moram, que somos nós, além de assegurar carinho pelos nossos recursos naturais, que têm sido horrível e especialmente maltratados nos últimos tempos, sendo a preocupação ambiental uma das grandes prioridades.

Por outro lado, o que dizer do movimento da nossa vila e de um comércio local que se encontra cada vez mais deprimido, como é natural de um meio que tem sido cada vez mais abandonado? Aos fins-de-semana, então, não há Mortaguense que não se entristeça ao passar pelas nossas ruas vazias, sem qualquer tipo de animação, sem gente, sem vida a acontecer… uma desolação absoluta. O pior é que a ideia que passa é que isso pouco ou nada importa a quem nos tem governado! Casa que não se suja, é casa que não tem de se limpar, pois… enfim. A equipa da Emília já nos mostrou, e em tempos bem recentes até, que nesta matéria é absolutamente formidável, o que nos dá toda a segurança para tomar uma decisão que é lógica e racionalmente facílima de tomar: acreditar em quem já nos provou que sabe o que faz, porque fez bem e com ótimos resultados, tivemos todos essa experiência, e recusando-se dessa maneira voltar a repetir o mesmo erro de entregar os nossos destinos a quem depois nos deixa as ruas vazias e abandonadas, sem sequer se ralarem com isso, como também pudemos constatar ao longo destes anos. Isto é elementar, meus amigos. Tomemos então a decisão inteligente que se impõe! E em relação à cultura, ao desporto e aos tempos livres, que desempenham um papel fundamental no bem-estar de qualquer comunidade? São eles que dão vida aos espaços, que fortalecem laços entre gerações e criam oportunidades de participação ativa para todos. A cultura valoriza a nossa identidade, preserva a memória coletiva e estimula a criatividade. O desporto promove hábitos saudáveis, espírito de equipa e inclusão social. Os tempos livres, quando bem aproveitados, potenciam o desenvolvimento pessoal, o convívio e a qualidade de vida. Investir nestas áreas não é um luxo, não, meus amigos… como infelizmente nos têm querido fazer crer. Muito pelo contrário, esta é uma necessidade premente para construirmos uma comunidade mais coesa, dinâmica e feliz. Chega de fazer investimentos sempre nos mesmos setores, que obviamente que também têm a sua importância, mas não se pode circunscrever a aposta sempre nos mesmos em detrimento de outros que também são fundamentais para a qualidade de vida de todos nós.

A Emília e a sua equipa sabem perfeitamente que assim é, por isso é que têm um conjunto de propostas específicas para colmatar estas necessidades, dotando o concelho de uma programação cultural rica e diversificada, respeitando a agenda associativa, aspeto básico que foi sistematicamente ignorado pela administração anterior, talvez desse demasiado trabalho, e sem esquecer o respeito pelo património histórico de que dispomos, tanto o material como o imaterial, valorizando-o e projetando-o tal como merece para outros patamares de relevância que infelizmente não são os que tem tido. Tal como os artistas locais das mais diferentes artes performativas e os nossos artesãos, que terão novamente espaço para mostrar a sua atividade e desse modo poderem contribuir para revitalizar e florescer a nossa arte, que é uma força transformadora nas comunidades… e como estamos precisados de uma transformação de facto! Ela desperta emoções, estimula o pensamento crítico e convida-nos a olhar o mundo com outros olhos. Através da arte, preservamos a nossa identidade coletiva, valorizamos as tradições e abrimos espaço para a criatividade e para a inovação. Neste aspeto temos sido o espelho de quem nos dirige, e olhem que é uma conclusão muito triste a que somos obrigados a chegar. A arte aproxima pessoas e não o contrário, promove o diálogo entre diferentes gerações e culturas e cria ambientes mais vivos, expressivos e humanizados. Investir na arte e na cultura é investir na alma da comunidade: é dar às pessoas meios para se expressarem, sonharem e participarem ativamente na construção de um futuro mais rico e inspirador para todos… mas qual é a dúvida? Depois de tudo o que não vimos ao longo deste mandato, que razões é que poderíamos ter para julgar que a partir de agora é que será diferente? Lá está. Não temos. Por isso é que se torna tão importante aprendermos com a experiência e saber com isso distinguir quem somente diz que faz de que quem efetivamente já nos mostrou que sabe fazer.

Muito mais haveria para dizer, mas se me fosse estender em todos os setores, este manifesto ficaria ainda muito mais extenso do que já é. Antes de me centrar nas listas e nas pessoas, queria apenas rematar o assunto das propostas salientando novamente que a candidatura da Emília é, na minha opinião, sem dúvida alguma a que apresenta o programa que Mortágua e os Mortaguenses neste momento efetivamente precisam. Nas áreas que referi, mas também no turismo, que é absolutamente fundamental enquanto vetor económico da comunidade, sem descurar o urbanismo e a habitação, que também precisam de regulação e de um novo impulso. Na saúde há um compromisso sério para se fazer o que se pode e não se prometer o que depois não se consegue cumprir, que tem sido o que mais se tem visto, já na educação a prioridade é manter o registo que se tem podido avaliar tão positivamente ao longo dos últimos largos anos e não apenas dos destes quatro, como por incrível que pareça alguns nos querem fazer crer. Há imenso tempo que Mortágua é um exemplo nesta matéria, tal como na inclusão social e no apoio às famílias, não é obra deste mandato que acabou, que foi muito mais eficiente em mudar denominações de programas e de eventos sem alterar rigorosamente nada nos seus funcionamentos do que propriamente a ser verdadeiramente inovador e, dessa forma, acrescentar valor por fazer algo diferente. Enfim. Prossigamos. Focando-me nas pessoas que acompanham a Emília, tenho que referir o seu braço direito e número dois Paulo Oliveira, que é uma espécie de um polivalente de múltiplos recursos, como mostra o percurso por si efetuado ao longo dos dois mandatos em que assumiu grandes responsabilidades num Executivo que nos fez realmente andar para a frente. Não é só na cultura que dá cartas, não, apesar de aí se revelar especialmente proativo, eu diria que brilhante até. Nas contas, por exemplo, foi uma máquina com 8 anos de gestão financeira equilibrada do município, com investimentos bem visíveis e, muita atenção, sem ter batido no peito a autoproclamar-se o maior, como o incumbente que bateu os recordes negativos depois de cantar de galo, uns atrás dos outros. O Paulo é garantia de experiência por via do conhecimento adquirido e acima de tudo pensa pela própria cabeça. Valido imenso o seu contributo porque demonstra personalidade, está longe de ser um “yes” e já pôde prová-lo em diversos momentos. Fossem todos assim… numa composição executiva de natureza autoritária, o líder manda e os outros calam, enquanto obedientemente acenam a cabeça em concordância conivente. Muitas vezes independentemente tanto de causas como de consequências. Não pode ser. O Paulo não é nada disso, muito pelo contrário até… e nós precisamos de personalidade nas nossas esferas de decisão. Saturados de lideranças centradas numa só pessoa estamos nós. Não pode ser só dizer que sim e pronto, principalmente quando sabemos que a liderança é responsável por uma quantidade muito considerável de asneiras feitas nas quais também deixamos a nossa assinatura. Depois ainda se dá a tal palmadinha nas costas aos tais “Homens com H grande”… e pronto, é isto o que temos. Ou melhor, era o que tínhamos. Temos de abrir os olhos, meus amigos… está na altura de mudar!

Está na altura de mudar e a Emília é a pessoa certa a quem podemos confiar essa mudança. Com a Emília, além do Paulo, temos também o Serafim… e o que dizer do Serafim?? Para muitos será inclusivamente um dos perfis mais presidenciáveis que temos no nosso concelho, impressão essa com a qual concordo em absoluto… mais palavras para quê? O Serafim é uma grande pessoa, tem carisma para dar e vender, além de uma inteligência fora de normal que é aliada a uma humildade desarmante, 100% genuína, que não instrumentaliza em benefício próprio, muito pelo contrário. O Serafim é bonomia e generosidade dos pés à cabeça. Ele sim, é verdadeiramente um Homem com H grande. Toda a gente gosta dele. Toda a gente! Até os adversários políticos lhe reconhecem as virtudes, mesmo num momento como este e como  desde logo se impõe, claro. Pudera! Emília, Paulo e Serafim: os Mortaguenses podem ter toda a confiança e mais alguma neste trio para dirigir a próxima administração, é que não tenho qualquer dúvida do que estou a afirmar. Competência, solidez, planeamento, credibilidade. Transparência, rigor, responsabilidade e eficiência. Proximidade, cooperação, sensibilidade e decência. Integridade, dinamismo, empatia e coerência. Ambição realista e visão de futuro. A Emília, o Paulo e o Serafim enquanto equipa são isto tudo e muito mais. Atributos não lhes faltam… e é precisamente por estes motivos todos e mais alguns que lhes devemos confiar o nosso voto, amigos Mortaguenses. Os nossos recursos públicos precisam de ser bem geridos e eles dão-nos essa plena garantia.

Há outro aspeto muitíssimo importante que quero sublinhar junto de todos vós, caros amigos. À Emília, enalteço-lhe a coragem, mas não só… porque ao contrário de outros protagonistas, a Emília não precisa da Câmara para viver, para ganhar a sua vida, o que não deixa de ser uma vantagem, pois demonstra desde logo que abraça este desafio sem ser por desesperado interesse, o seu ou o dos amigos. O sucesso profissional e consequente desafogo económico que a caracteriza são provas provadinhas de que está efetivamente nesta corrida com espírito de missão, para em conjunto com a sua equipa servir abnegadamente a sua comunidade da melhor maneira. Não tenho, portanto, qualquer tipo de dúvidas de que é realmente o AMOR a Mortágua que a move, numa postura de afeição e de pertença a este lugar que é de nós todos, e que vai muito mais além de um mero slogan que se possa ler num cartaz. Não se candidata nem por interesses nem por dinheiro, sendo que isso também faz verdadeiramente a diferença em relação a outros candidatos… e vamos lá ver uma coisa, atenção que isto não é falar mal. É olhar com olhos de ver para o percurso de uns, dos outros e somar dois mais dois. Dá quatro, não dá? Pois dá.

Meus amigos! Sabemos tudo o que nos fizeram ao longo dos últimos anos deste muito particular mandato e essa é uma memória que ainda vai perdurar durante algum tempo, oh se vai… chega de enganos! Não nos podemos esquecer do que nos fizeram… nem do que não fizeram, depois de nos terem prometido que faziam! Vamos agora voltar a acreditar precisamente nas mesmas pessoas?? O que mudou de lá até agora a não ser a nossa experiência com esses protagonistas? Agora de repente é que vão passar a ser credíveis e a cumprir com a sua palavra?? Não podemos ser anjinhos, Mortaguenses! Não nos podemos deixar levar pela conversa fiada de ocasião, a realidade fala por si… e contra factos não há argumentos. Estamos bem cientes já do que é discurso ilusório, argumentação enganadora e retórica vazia… até porque não tivemos outra coisa ao longo destes anos. Está na hora de aprendermos com o que vivemos e não nos deixarmos levar novamente em cantigas e promessas vãs. Talvez houvesse quem tenha ficado bastante MELHOR depois deste mandato, mas não foi Mortágua, não... e não foram os Mortaguenses! Está na hora de mudar!

A Emília e o PSD vão ter o meu voto porque este é, sem dúvida alguma, o projeto mais credível, mais equilibrado, mais decente e, acima de tudo, o mais capaz de unir e de fazer acontecer.


A Emília e o PSD vão ter o meu voto porque esta é a equipa mais séria, mais responsável, mais sólida e, acima de tudo, mais comprometida com um futuro harmonioso para o nosso concelho.


A Emília e o PSD vão ter o meu voto porque são eles que estão mais próximos das pessoas e das suas necessidades reais… porque são eles que melhor representam a nossa identidade e os valores que nós, Mortaguenses, partilhamos… e porque são eles os mais dignos da nossa confiança!

A Emília e o PSD vão ter o meu voto porque é a eles  (e só a eles) que reconheço a capacidade de nos devolver a alegria perdida, de que tanta falta sentimos… e, mais importante do que tudo o resto, porque é neles que acredito para reacender a esperança!

Sim… porque é possível voltar a acreditar no futuro da nossa terra!

Com gente e alegria.

Com movimento e atividade económica.

Com melhores cuidados de saúde e o mesmo carinho de sempre pela educação.

Com mais e melhor desporto e cultura.

Com mais respeito pela nossa natureza.

Com mais juventude na nossa vila… e também nas nossas aldeias!

É por isto tudo (e por muito mais) que vou votar na Emília de Matos para ser a nossa próxima Presidente da Câmara Municipal de Mortágua. E é por isso também que deixo o apelo a todos os que ainda não tomaram a sua decisão: reflitam bem no que querem para o futuro da nossa querida terra e juntem-se a esta causa com toda a confiança.

Domingo, votem com alegria.

Domingo, votem com cor.

Domingo, votem por AMOR a Mortágua!

Domingo, votem na Emília e na sua brilhante equipa!

Votem por um futuro de esperança para TODOS OS MORTAGUENSES!

Votem por AMOR à nossa querida terra!

VIVA MORTÁGUA !!

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