Os tempos que correm são de regresso às aulas, da parte de uma grande franja da população, os alunos. É pena, pensarão alguns, mas o facto é que as férias acabaram.
Serão apenas os alunos que voltam à “vida normal”, de ter um horário para cumprir, lições para aprender, deveres da escola para fazer e tempos livres para gozar? Não, trata-se de uma espécie de fenómeno que acontece todos os anos pelo mês de Setembro, quando alunos, pais, professores e todos os agentes educativos dão início a uma nova fase do ano, finda a interrupção das chamadas “férias grandes”. Agora importa readquirir o ritmo, preparar as rotinas do despertar e da ida para a escola, numa missão partilhada por pais e filhos, que nem sempre têm todas a possibilidades de poder conjugar toda esta parafernália de afazeres de uma forma harmoniosa.
Claro está que uns são mais empenhados do que outros, mas estou certo de que pai algum poderá, propositada e conscientemente, não querer o melhor para um filho, ou negar-lhe a possibilidade de prosseguir a sua caminhada nesta fase tão importante da sua vida, a Escola. O problema que se coloca é que nem todos terão essa possibilidade, daí que se devam sublinhar e enaltecer todas as iniciativas que poderão contribuir para uma maior equidade nas condições acessíveis à generalidade dos alunos, tanto os provenientes das famílias abastadas como também os das famílias mais humildes.
O drama começa no momento em que os manuais escolares devem ser adquiridos, uma despesa pouco expressiva para a bolsa de alguns, é um facto, mas incomportável para aqueles que travam uma luta permanente para conseguirem ter pão e leite na despensa de casa, ou mesmo para poder providenciar pelo menos uma refeição quente diária para si e para os seus. Neste sentido, poderia adoptar-se uma política de estabilidade e de empréstimo, a qual, não sendo uma solução propriamente inovadora, nunca foi efectivamente posta em prática. Lembro-me de estabilidade quando vejo que de ano para ano a grande maioria dos manuais escolares estão sempre a mudar, muitas das vezes com poucas alterações no conteúdo em si, mas com vistosas alterações na forma, logo todos os anos é a correria do costume para comprar os livros “novos”, quando os “antigos” poderiam perfeitamente passar de mão em mão, numa perspectiva de conservação e reutilização. Que grande ajuda já seria para numerosas famílias numerosas que por esta altura tantas dificuldades passam para poderem continuar a ter os filhos a estudar!
Pretende-se aumentar a escolaridade obrigatória e apostar na educação de forma a potenciar gerações futuras mais qualificadas, mas importa dar iguais possibilidades às crianças e aos jovens dos diferentes estratos sociais, pois só aí poderemos de facto falar de uma escola inclusiva, uma escola para todos. Pondo por agora os problemas e as eventuais soluções de parte, o que é certo é que o novo ano lectivo está aí à porta, com novas expectativas e novos anseios, naturalmente. Na minha rica terra temos algumas novidades infra-estruturais, como a profunda requalificação da Escola Básica 2/3, que em breve estará concluída, e a construção do Centro Educativo, este só disponível para entrar em funcionamento a partir do ano lectivo 2010/2011. Óptimo! Saúdem-se todas as iniciativas que visem proporcionar melhores condições de trabalho para todos os agentes educativos. Acreditar e perseguir um futuro melhor implica desde já investir no presente. A Educação sempre foi o motor da civilização, dela advém a nossa constante evolução técnica, científica e cultural. Apostemos forte nela então!
Serão apenas os alunos que voltam à “vida normal”, de ter um horário para cumprir, lições para aprender, deveres da escola para fazer e tempos livres para gozar? Não, trata-se de uma espécie de fenómeno que acontece todos os anos pelo mês de Setembro, quando alunos, pais, professores e todos os agentes educativos dão início a uma nova fase do ano, finda a interrupção das chamadas “férias grandes”. Agora importa readquirir o ritmo, preparar as rotinas do despertar e da ida para a escola, numa missão partilhada por pais e filhos, que nem sempre têm todas a possibilidades de poder conjugar toda esta parafernália de afazeres de uma forma harmoniosa.
Claro está que uns são mais empenhados do que outros, mas estou certo de que pai algum poderá, propositada e conscientemente, não querer o melhor para um filho, ou negar-lhe a possibilidade de prosseguir a sua caminhada nesta fase tão importante da sua vida, a Escola. O problema que se coloca é que nem todos terão essa possibilidade, daí que se devam sublinhar e enaltecer todas as iniciativas que poderão contribuir para uma maior equidade nas condições acessíveis à generalidade dos alunos, tanto os provenientes das famílias abastadas como também os das famílias mais humildes.
O drama começa no momento em que os manuais escolares devem ser adquiridos, uma despesa pouco expressiva para a bolsa de alguns, é um facto, mas incomportável para aqueles que travam uma luta permanente para conseguirem ter pão e leite na despensa de casa, ou mesmo para poder providenciar pelo menos uma refeição quente diária para si e para os seus. Neste sentido, poderia adoptar-se uma política de estabilidade e de empréstimo, a qual, não sendo uma solução propriamente inovadora, nunca foi efectivamente posta em prática. Lembro-me de estabilidade quando vejo que de ano para ano a grande maioria dos manuais escolares estão sempre a mudar, muitas das vezes com poucas alterações no conteúdo em si, mas com vistosas alterações na forma, logo todos os anos é a correria do costume para comprar os livros “novos”, quando os “antigos” poderiam perfeitamente passar de mão em mão, numa perspectiva de conservação e reutilização. Que grande ajuda já seria para numerosas famílias numerosas que por esta altura tantas dificuldades passam para poderem continuar a ter os filhos a estudar!
Pretende-se aumentar a escolaridade obrigatória e apostar na educação de forma a potenciar gerações futuras mais qualificadas, mas importa dar iguais possibilidades às crianças e aos jovens dos diferentes estratos sociais, pois só aí poderemos de facto falar de uma escola inclusiva, uma escola para todos. Pondo por agora os problemas e as eventuais soluções de parte, o que é certo é que o novo ano lectivo está aí à porta, com novas expectativas e novos anseios, naturalmente. Na minha rica terra temos algumas novidades infra-estruturais, como a profunda requalificação da Escola Básica 2/3, que em breve estará concluída, e a construção do Centro Educativo, este só disponível para entrar em funcionamento a partir do ano lectivo 2010/2011. Óptimo! Saúdem-se todas as iniciativas que visem proporcionar melhores condições de trabalho para todos os agentes educativos. Acreditar e perseguir um futuro melhor implica desde já investir no presente. A Educação sempre foi o motor da civilização, dela advém a nossa constante evolução técnica, científica e cultural. Apostemos forte nela então!
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